Publicado em Boletim Salesiano nº 615, Maio/Junho 2026, p. 8-9.
sábado, 9 de maio de 2026
Alberto Ramos, antigo aluno salesiano
quarta-feira, 29 de abril de 2026
A dolente poesia das casas velhas…
José d’Encarnação
Publicado em Renascimento (Mangualde), nº 889, 20-04-2026, pág. 10.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Dar que falar
E é nesse âmbito que particularmente me alegro por, no princípio deste ano, se ter dado a conhecer um casal do senadores romanos que viveu em Faro, a romana Ossónoba. Sabíamos já que Milreu, em Estoi, atraíra gente importante nessa época; contudo, a descoberta deste monumento – em que, segundo a inscrição nele exarada, o marido, que foi cônsul (o mais alto cargo da hierarquia senatorial romana), mandou fazer uma estátua em honra da deusa Fortuna, mas em memória da sua mulher Avita («matrona de muito ilustre memória») – constitui para todos nós motivo de redobrado orgulho!
José d’Encarnação
Notícias de S. Braz [S. Brás de Alportel], nº 353, 20-04-2026, p. 13.
terça-feira, 24 de março de 2026
Publicidade histórica
José d’Encarnação
Publicado em Renascimento (Mangualde), 20-03-2026, p. 10.
A temperatura do balneário
Agora e no tempo dos Romanos reveste-se de particular importância a temperatura no balneário. Temperatura em sentido físico – e tivemos, recentemente, um clube a protestar por isso; temperatura em sentido psicológico – «Este jogador constitui peça fundamental no ambiente do balneário».
Em Milreu, a abertura no canto direito mostra parte do hipocausto
Cena do mosaico de Santa
Vitória do Ameixial
Água a jorrar no balneário de Bath
Não houve, que se saiba, importante nascente em Milreu. Também não era precisa – que o mar dali se avista e a Ria Formosa está ali mesmo à mão de semear!…
Publicado em Sul Informação, Março 20, 2026sábado, 21 de março de 2026
Proteger a Serra
José d’Encarnação
Publicado em Notícias de S. Braz [S. Brás de Alportel], nº 352, 20-03-2026, p. 13.
sábado, 14 de março de 2026
Flagrantes da vida real
Encantava-me, em jovem, esta rubrica das Selecções do Reader’s Digest. Histórias curtas, dando mesmo a impressão de serem «da vida real» e sempre com um saborzinho bom que nos ficava na boca, dir-se-ia. Permita-se-me que lhe plagie o título.
Alberto Ramos foi um daqueles amigos do peito que todos gostamos de ter. Antigo aluno salesiano, seguiu a carreira musical, foi professor de História no Ensino Preparatório e aposentou-se como docente na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Amiúde meu companheiro de viagem entre Coimbra e a Gare do Oriente, partilhávamos, naturalmente, muitas das peripécias do quotidiano. E ele tinha-as a rodos!





