Pois a pegada foi nada menos do que
uma caminhada pelos matos felizmente ainda existentes em redor do Zambujeiro,
um nicho ecológico do maior interesse que muito importa preservar.


A convite do Dr. Nunes de Carvalho,
tive ensejo de esperar aos caminhantes no degradado parque urbano das Penhas do
Marmeleiro, um grito de alarme contra a falta de cidadania de alguns, que se divertem
a incendiar, a partir painéis que ali explicavam a biodiversidade. Pois foi de
biodiversidade que, em breve apontamento, falei aos ‘caminheiros’: da importância
dos matos para o equilíbrio ecológico e, nesta altura do ano, para a
nidificação. Referi a importância da Ribeira das Vinhas; o pisão, que existira
mais acima, da Fábrica de Lanifícios; o relevante papel da bateria de
Alcabideche, de que resta um canhão junto ao hospital; a villa romana do
Alto do Cidreira (em Carrascal de Alvide, que dali se via)... Enfim, procurei
fazer, como se diz na página do facebook da Fundação, «o enquadramento
histórico das Penhas do Marmeleiro».
A IV Pegada está prevista para 26 de Abril!
Publicado
em Cyberjornal, edição de
26-03-2014:
Bárbara Nabo:
ResponderEliminarUma nota & comentário sobre a III Pegada do I Trilho Canino de Cascais...
Obrigada, Professor Doutor José d'Encarnação, pela sua disponibilidade e dedicação em partilhar o seu conhecimento sobre o enquadramento histórico das Penhas do Marmeleiro!
Magnífico trilho, em que a Cultura também esteve presente !
A IV Pegada está prevista para 26 de Abril!
Saudações caninas!!!...
Isabel Luna, no dia 27/3 às 2:01:
ResponderEliminarExcelente ideia!
Maria Manuela Campos, no dia 27/3 às 8:19:
o convívio só faz bem
Leonor Casaleiro, dia 27/3 às 11:17:
Bela ideia!
O meu comentário, em agradecimento: Está de parabéns a Fundação e importa não esquecer o que está por detrás da frase «foram passear os cães»; exacto, como se escreve na nota: aqueles que passam seus dias a olhar para a serra, na expectativa de que alguém os venha adoptar!